Ecos no globo
Mas foi só em 2006 que o dubstep começou a ganhar espaço na mídia. A grande "culpada" foi a apresentadora da BBC inglesa Mary Anne Hobbs, que produziu um especial chamado Dubstep Warz. Vários DJs e MCs se apresentaram mostrando as diversas facetas da vertente. Além de Skream e Benga, tocaram os DJs Hatcha, Youngsta, Vex´d, Distance e Digital Mystikz, só para citar alguns exemplos. Depois desse programa, muitos DJs antes restritos à cena drum n´bass se renderam aos encantos do dubstep e passaram a tocá-lo.
O famoso club alemão Berghain já recebeu em sua cabine outro grande nome do dubstep: Kode9. O club Fabric, em Londres, recebe alguns convidados e criou o primeiro podcast de dubstep, o FabricLive37, com os DJs/produtores Caspa e Rusko. Até a extinta londrina The End tinha uma noite especial da vertente.
A revista californiana XLRBR, lida no mundo inteiro como a "bíblia das tendências" promoveu um podcast dedicado às graves frequências produzidas em toda a América do Sul, o Dubstep Goes South. Entre os novos produtores, figuram o paulistano Bruno Belluomini, os venezuelanos Cardopusher e Pacheko, e Daleduro, da Argentina. Aos poucos, o dubstep vai sendo apropriado pela música eletrônica ao sul da linha do Equador.
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