Conheça as baladas mais alternativas de São Paulo

Museus, prédios antigos e espaços públicos estão entre as locações das festas mais alternativas da cidade

Moderninhos de plantão, vêm! Este é o seu guia espiritual das festas mais culturais/originais/alternativas de São Paulo. Cansado de bater cartão no Secreto? Não aguenta mais o carão do Glória? Saiba que esta cidade oferece festas incríveis, feitas por pessoas criativas e de vanguarda. Esqueça qualquer experiência de balada que você tenha vivido e se prepare para transcender com música boa, tinta na cara e roupas bizarras. Bem-vindo ao futuro, onde o preconceito não existe, ficar pelado é normal e ser diferente é uma questão de ser. Se joga! 

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Prepare-se para viajar por cosmos, ver duendes verdes e unicórnios apocalípticos. Voodoohop é transgressão. Em dois anos, a festa se estabeleceu como uma das melhores de São Paulo, tendo o centro como sede e fonte de inspiração. O quartel general fica por conta de um prédio antigo da Avenida São João, a Tracker’s Tower, que é, antes de tudo, um espaço para o encontro artístico de diversas vertentes. Não contente, a festa ainda tem um perfil itinerante, revitalizando áreas abandonadas da cidade e promovendo uma importante expansão cultural. A fórmula inclui estilos musicais dos mais variados, Djs e Vjs mega descolados, performances e até live painting.

A festa é batizada com o nome do personagem Carlos Capslock, um “designer de teclados” que quer “deformar opiniões, banalizar valores, trazer sorrisos e abater urubus”. A história é confusa e a festa também não é muito mais simples. Durante a noite rolam projeções de filmes cults, karaokê, performers e um line-up de DJs babado da cena. O bafo acontece na Tracker’s Tower, onde também rola a Voodoohop e outras festas alternativóides. Dentre as figuras que circulam pela festa, você vai encontrar hipsters, hippies e montados. Não esqueça a sua máscara com a foto do Capslock!

Com o hino “tropicalizemos!”, a turminha por trás da Calefação tem uma proposta bem clara: trazer o movimento da contracultura para o século XXI. Praticamente uma versão atual do Tropicalismo, a festa é autointitulada como “prima-irmã-filha da Voodoohop”, ou seja, é vanguarda pura. Na mão deles, MPB vira Música Psicodélica Brasileira, e antropofagia é um lifestyle. Doidera pura!

Arte, vanguarda e curtição se encontram nesse projeto inspirado em festinhas realizadas na gringa por museus como o MoMa e o Guggenheim. A festa é outra que acontece à tarde, dessa vez no MIS, cujo jardins são uma atração por si só. Na fachada, projeções em vídeo completam o clima criativo. A cada edição, um convidado diferente integra o time da Sunset, deixando a festa com uma cara ainda mais hipster.

 

Novidade no circuito cult de São Paulo, o Terraço Cultural caminha para a sua terceira edição.  Conquistou um seleto grupo de paulistanos moderninhos por ter uma pegada bem original - a festa acontece sempre às tardes de domingo, em um prédio residencial no centro da cidade, no 25º andar, mais precisamente. Com uma das vistas mais bacanas de Sampa, o Terraço é uma ótima pedida para curtir sem perder a linha. É um rolê light e agradável, regado a música boa (brasileira principalmente), cerveja e pessoas interessantes. Ainda rola venda de discos, livros e filmes. Aproveita que ainda não virou mainstream!

Com pouco mais de um ano, os moradores Berimba de Jesus e Marina Caires, fazem da Nossa Casa um espaço alternativo único na cidade de São Paulo, que se ouve poesia e música, se vê performances e enquetes teatrais e que se conhece gente bonita. Nossa Casa é um espaço multifuncional e multicultural, é casa, ateliê, editora independente, um espaço para experimentar a arte em sua multiplicidade. Ou seja, é puro babado. Um lugar onde se celebra a vida com festas temáticas, saraus, jantares, exibição de filmes, eventos que motivam a união dos amigos, tornando um espaço para livre expressão de pensamento e comportamento. Um lugar onde você se sente em casa, e não em uma balada. 

Atualizado em 26 Set 2013.

Por Ricardo Archilha
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