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DJ Top Less estreia em São Paulo

A loira que já tocou na Pacha espanhola vira DJ residente de casa paulistana

Por: Jade Petronilho

Wednesday, 04 March, 2009 - 07h40

 

Créditos: Divulgação

A modelo e DJ paranaense Chris Miller, 24, voltou da Espanha recentemente e, por lá, resolveu inovar em suas apresentações. Chris deixou a vergonha de lado, vestiu uma roupa sensual e, enquanto discotecava, tirou seu top, e se tornou a DJ Top Less. Chegou a fazer isso em clubs como a Pachá espanhola, causando um certo alvoroço entre os homens presentes. De volta ao Brasil, a loira estreia nas pickups brasileiras no próximo sábado, 7 de março, na Secrett, na Vila Olímpia, em São Paulo e acredita que vai dar o que falar por aqui: "como no Brasil isso é novidade, acho que vai ser bem legal", afirma.


!ObaOba: Desde quando você é DJ?

CM: Olha, não sei bem ao certo, mas tem mais ou menos um ano.


!ObaOba: E como foi sua preparação para entrar nesse meio?

CM: Fui pra Espanha e, em Valência, fiz um curso de DJ. Sempre quis trabalhar com isso e tenho um amigo produtor que arrumou tudo direitinho lá na Europa pra mim.


!ObaOba: Que tipo de som você toca?

CM: Me inspirei bastante no tribal, pois acho que é um estilo mais divertido e atraente, mas hoje em dia, toco house também.


!ObaOba: De onde veio a ideia de se apresentar fazendo top less?

CM: A ideia foi minha mesmo. Eu queria fazer algo diferente para mostrar o meu trabalho. Depois de um tempo, soube que em outros lugares do mundo, tem quem faça isso também, mas como no Brasil é novidade, acho que vai ser bem legal.


!ObaOba: E onde você já tocou assim?

CM: Toquei só na Pachá da Espanha, mas daqui alguns dias, estreio como DJ residente da Secret, em São Paulo.


!ObaOba: E como costuma ser a reação do público ao ver que seus seios estão de fora?

CM: A reação do público é bem melhor do que eu esperava! Eu achava que pudesse ser "zoada" por causa disso (risos), mas não acontece. Como não fico 100% do tempo fazendo o top less, isso acaba sendo só um detalhe.


!ObaOba: Como outros DJs veem o seu trabalho?

CM: Por enquanto não escutei críticas. Conversei recentemente com um amigo meu que também é DJ e ele me apoiou, disse que no Brasil ainda precisamos inovar muito e com certeza meu jeito de apresentação é diferente.


!ObaOba: Você tem receio que, ao invés das pessoas reconhecerem seu trabalho como DJ, a vejam só como mais uma gostosa da noite?

CM: Sim, eu tenho muito esse medo e por isso (apesar do top less) tento dar mais valor ao meu trabalho de DJ. Fico com os seios à mostra, mas faço pouco, quando rola um blecaute, por exemplo. Não faço a noite inteira até mesmo para deixar uma certa curiosidade nas pessoas.


!ObaOba: Você tem medo que algumas casas restrinjam suas apresentações?

CM: Bastante. Quando vou me apresentar, já falo como costumo fazer, mas estou recebendo inúmeros convites para tocar no Brasil inteiro e, assim, se a casa disser que me quer sem top less, aceito sem problemas. Antes de tudo sou DJ.

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