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Fevereiro negro para a cultura mundial

Mortes na música, na moda e no cinema assustam os apaixonados por artes de todo o mundo

Por: Anderson Nascimento

Monday, 22 February, 2010 - 09h42

 

Créditos: sxc.hu

Se o mês de fevereiro é um dos mais alegres do ano para os brasileiros, graças ao carnaval, o resto do mundo sentiu a perda de grandes personalidades culturais no segundo mês de 2010.

Começemos pela moda. No dia 11 de fevereiro, o estilísta britânico Alexander McQueen, destaque da cena europeia, foi encontrado morto em sua casa, em Londres. A polícia britânica confirmou que o estilista se suicidou. A perda da mãe, no dia 2 do mesmo mês, teria motivado o suicídio do estilista. McQueen tinha 40 anos.

E não para por aí, não. Ainda na Inglaterra, o cinema perdeu o ator e diretor Lionel Jeffries. Eternizado em filmes como Os Crimes de Oscar Wilde, de 1960, Os Primeiros Homens na Lua, de 1964, Camelot, de 1967 e O Calhambeque Mágico, de 1968, Jeffries morreu no dia 19 de fevereiro, aos 83 anos.

Já a múcisa foi a veia cultural mais afetada pelo "fevereiro negro". No dia 14, o vocalista da banda norte-americana The Knack, Doug Fieger, de 57 anos, autor do hit "My Sharona", morre vitíma de um cancêr no cérebro. O músico faleceu em sua casa, em Los Angeles. Logo após, no dia 19, o universo Rockabilly perde um de seus maiores expoentes: Dale Hawkins, autor do hit "Suzie Q", de 1957. Hawkins tinha 73 anos.

Veja também:

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>>Mortes e prisões no Ozzfest

Também se foi o coreógrafo e autor jamaicano Rex Nettleford, famoso por incorporar ritmos tradicionas da cultura jamaicana ao ballet clássico. Nettleford morreu em Washington, no dia 2, uma dia depois de completar 77 anos.

Agressões e até "quase morte" assombraram fevereiro também. O músico canadense Gordon Lightfoot foi dado como morto, primeiro via Twitter, e depois por outros diversos veículos de imprensa canadenses, como o Vancouver Sun, o Ottawa Citizen e o Calgary Herald. Mas a morte do músico canadense foi desmentida logo depois. Ufa!

Já a agressão fica por conta da banda alemã Tokio Hotel. O baterista do grupo, Gustav Schafer, foi atingido por uma garrafa de cerveja em um club de Magdeburgo, no nordeste da Alemanha. O agressor foi condenado a pagar 500 euros de indenização e ainda teve que escrever uma carta se desculpando formalmente à vitíma.

E fevereiro ainda nem acabou. Agora só nos resta torcer para março ser menos trágico.

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