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Linkin Park: nostalgia renovada

Seis anos depois, grupo volta ao Brasil bem diferente

Por: Anderson Nascimento

Tuesday, 12 October, 2010 - 10h54

 

Fui ao show do Linkin Park sabendo que veria duas bandas distintas no mesmo palco. O novo disco dos caras, A Thousand Suns, é meio conceitual, diferente dos trabalhos anteriores. Diferente, não pior. As guitarras distorcidas de Brad Delson foram substituidas por elementos eletrônicos e muita percussão.
 

Depois da música de abertura, que compõe o novo disco, "Papercut", clássico do primeiro álbum do Linkin Park, Hybrid Theory, encheu o público presente no SWU de nostalgia. A banda intercalou canções antigas - como "Crawling", "One Step Closer", "Faint" e "Numb" - com elementos do novo trabalho - "Wretches and Kings" e "Jornada Del Muerto".
 
Chester Bennington, vocalista de voz estridente, estava bastante animado. Pegou bandeiras do Brasil com fãs e desfilou pelo palco. Na hora de "Breaking The Habit", o cara surpreendeu: desceu do palco e foi para o meio da galera, produzindo a já clássica mão do segurança no "cofrinho" do rockstar.
 
O show foi surpreendentemente animado. O Linkin Park está mais maduro, renovado. Não ficou preso no início dos anos 2000, quando o New Metal era moda. O som da banda agora é mais completo, abrangente.
 
No bis, rolou a apocalíptica "In The End". E realmente era o fim do Rock no SWU. Depois rolou Tiësto.

Comentários

geisa balbino fernades medeiros - Thu, 22/09/2011 - 14h59 -

eu amo o linkin park apesar de não ter ido no show deles...mas eles sao demais não tem nem o q reclamar deses caras²

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