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Mesmo sem cerveja, Depeche Mode arrasou na Argentina

Banda mostrou disposição juvenil ao tocar hits clássicos em festival de Buenos Aires

Por: Rosaria Penz Pacheco, Denise Stringhini e Fábio Mo

Tuesday, 20 October, 2009 - 18h00

 

Créditos: Fábio Monteiro

Simplesmente maravilhoso ou, poderia ser, um arraso! Essas são boas definições do que foi o show do Depeche Mode, no Personal Fest, em Buenos Aires, no último dia 17 de outubro. O show do Depeche Mode começou com poucos minutos de atraso (estava previsto para as 21h30min). Eles estão os mesmos mesmo com o passar dos tempos: o Dave Gahan com uma disposição, voz e carisma espetaculares, o coração da banda Martin Gore estava claramente emocionado e, para nossa felicidade, carregou na guitarra e o Alex Flecher nos presenteou com o teclado que é marca registrada da banda. Nos telões laterais e do fundo do palco passavam clipes das músicas feitos especialmente para o show além de efeitos na transmissão ao vivo - todas as imagens eram tratadas. O show durou duas horas e foi encerrado com uma versão hard core de "Personal Jesus". Sentimos falta apenas do segundo bis de "I just can´t get enough" e "Black Celebration".

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O festival aconteceu em dois dias (16 e 17 de outubro), mas nos programamos de ir somente ao segundo dia para assistirmos ao desejado show do Depeche Mode. Ficamos sabendo da programação dos demais shows em cima da hora e conhecíamos apenas o Café Tacuba, grupo de rock alternativo do México. Bem legal.

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>> Creamfields Buenos Aires: o que rolou no festival

Sentimos que houve pouca divulgação dos horários corretos, pois no ingresso falava que os shows começariam às 18 horas, entretanto, lá dentro, soubemos que haviam começado às 15 horas - inclusive perdemos o show do Tom Zé, que fora às 16h15min.

Any way: muita ordem na frente do local (Club Ciudad de Buenos Aires). As pessoas pacientemente esperavam na pequena fila, obedecendo às ordens dadas, não consumindo bebidas alcoólicas, em função da legislação local. Depois de passarmos pela entrada do clube, nos solicitaram que esperássemos em um grupo para que, juntos, seguíssemos até o local de apresentação dos ingressos e revista de bolsas. Para tanto, fomos separados em dois grupos, de homens e mulheres. Também não houve reclamação.

Entrando no espaço do aberto club, diversos vendedores e, apesar da falta de álcool, cigarros à venda. Tirando algumas poucas pessoas que fumavam aquele cigarrinho estranho, não havia qualquer movimentação de pessoas alteradas. Todo mundo comportadinho assistindo aos shows. Ficamos assombrados!

Não sabemos se foi em função do super show do Depeche Mode mas, mesmo com a falta de cerveja, a experiência do Personal Fest foi muito positiva.

Rosaria, Denise e Fabio são colaboradores do ObaOba

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