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Planeta Terra: The Name

Um papo com o vocalista e guitarrista Andy antes do festival

Por: Marjorie Ribeiro

Friday, 04 November, 2011 - 18h05

The Name

The Name 

Créditos: Divulgação

Figurinha carimbada na cena independente brasileira, eles já embalaram diversos festivais indies pelo país com seu rock dançante. Mas não é só pelo circuito nacional que o The Name passou. O grupo, que mistura disco e uma pitada de pós-punk a letras em inglês, contagiou também o South By Southwest, que acontece anualmente em Austin, no Texas.

 

Segunda a se apresentar no palco Claro Indie Stage no Planeta Terra, a banda apresenta músicas inéditas, que estarão no primeiro álbum cheio do trio, que será lançado no ano que vem. O vocalista e guitarrista da banda Andy bateu um papo com o Oba Oba, confira!
 
O Brasil tem realizado cada vez mais esses grandes festivais de música. Você acha que a música brasileira tem sido valorizada nesses eventos?
Eu acho que sim, o Planeta Terra mesmo que é um festival grande que é aberto por várias bandas brasileiras. E todos esses eventos vão ajudando cada vez mais que a cena nacional cresça.
 
Vocês já tocaram em algum festival desse porte?
Do porte do Planeta Terra em um dia só não. Tocamos no South by Southwest, em março do ano passado, em Austin, no Texas, que é um festival gigantesco também, que tem desde bandas muito pequenas a muito grandes e que acontece simultaneamente em vários lugares. São sete dias de festivais, é bem grande. Mas aqui no Brasil, participamos do Goiânia Noise e do Demosul, que também são festivais grandes, mas é uma cena mais independente.
 
Depois de tocar para uma plateia grande, porém internacional, como é o South by South, qual vai ser a diferença agora de tocar em casa?
É até engraçado, porque quando estávamos nos Estados Unidos, acho que foi a primeira vez que realmente todo mundo que estava assistindo o show estava entendendo tudo que estava sendo falado. Estamos com uma boa expectativa, acho que apesar de ser o primeiro show do palco indie, tirando as bandas que estão concorrendo no concurso, esperamos que tenha bastante gente curtindo e dançando.
 
Como estão as expectativas da banda para tocar no Planeta Terra? Vocês têm algo especial preparado para a apresentação?
Estamos super animados. Do set list, metade vão ser de músicas do disco novo que ainda vamos lançar, ele já está praticamente pronto, mas ainda faltam algumas coisas, como o nome e material gráfico.
 
Há alguma previsão de data de lançamento e o que o público pode esperar desse álbum?
A ideia é que ele saia até março do ano que vem, até tentamos adiantar pra ver se ele saía pro Planeta Terra, mas aí não rolou. Ele mantém as características do primeiro álbum, vínhamos misturando disco com rock, acho que dessa vez conseguimos misturar também um pouco de house music. Mas ele mantém a mesma identidade da banda, com música em inglês.
 
Das bandas e artistas que vão tocar no Planeta Terra, quais delas vocês têm mais afinidade?
Acho que o Toro y Moi, que tem uma pegada mais pra disco music que a gente gosta. The Strookes também vamos querer assistir pelo fato de ser uma banda grande e nunca termos visto ao vivo.
 
Vocês têm algum pedido especial no camarim? O que não pode faltar no camarim de vocês?
Pedimos bastante bebida na verdade (risos), vodka, cerveja, vinho. Pedimos um camarim com coisas que realmente consumimos, não tem nada assim, esdrúxulo. Pedimos alguma coisa para comer também e café, que talvez seja o pedido mais estranho do camarim.  

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