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Tchê Garotos: do sul para o Brasil

Há 13 anos batalhando pelo sucesso nacional, aos poucos eles conquistam os quatro cantos do Brasil

Por: Jade Petronilho

Thursday, 26 March, 2009 - 14h05

 

Créditos: Divulgação

Há 13 anos, quando o grupo Tchê Garotos começou, seus integrantes tinham uma proposta diferente: juntar as batidas das músicas gaúchas com ritmos mais dançantes e alegres. O resultado da mistura - profundamente calcada no axé - foi a identificação dos rapazes com o movimento portoalegrense conhecido como "tchê music". Daí para o sucesso galopante no sul do Brasil foi um pulo.

Mas eles não se acomodaram. De uns anos para cá, os meninos decidiram fazer algo ainda mais ousado: disseram não ao rótulo da tchê music e foram atrás do sonho de se consolidar nacionalmente como banda sertaneja. Ao que parece, a nova estratégia está dando muito certo! Atualmente, com um ritmo bastante dançante, o sertanejo dos garotos se destaca em cidades grandes como São Paulo e Rio de Janeiro. "É maravilhoso chegar em locais completamente diferentes como São Paulo, Acre, Rio, Goiás e Rondônia e ver a galera cantando nossa música como se fosse um hino", celebra o vocalista Sandrinho.

Horas antes de realizarem um show que promete marcar suas carreiras, os artistas que contam com uma coleção de 12 CDs e dois DVDs conversaram com o !ObaOba.

!ObaOba: No início da carreira vocês faziam parte do movimento "tchê music". No que ele consiste?

TG:
Na verdade, esse foi um rótulo que deram pra gente quando começamos a colocar influências do axé na música típica do sul. Hoje, não fazemos parte dele, mas muitas outras bandas ainda fazem e são sucesso por lá.

!ObaOba: Então, atualmente, qual é a proposta do Tchê Garotos?

TG:
Somos uma banda de sertanejo. A gente continua com um pouco de influência do sul, mas o nosso foco é a música sertaneja mais dançante.

!ObaOba: Onde vocês começaram a tocar?

TG:
Há 13 anos, Porto Alegre foi a nossa sede. Foi lá que começamos e, pelo menos nos últimos oito anos, sempre estivemos entre os três mais tocados da região.

!ObaOba: Quem compõe as músicas de vocês?

Sandrinho:
90% de nossas músicas são autorais. Eu e o sanfoneiro, o Markynhos, fazemos a maioria delas.

!ObaOba: O que vocês costumam ouvir em casa?

TG:
Sempre gostamos muito de sertanejo. Provavelmente é até por isso que resolvemos aproximar esse ritmo da nossa música (risos).

!ObaOba: Como é saber que estão conquistando o Brasil?

TG:
É maravilhoso! Esse sucesso começou a acontecer a partir da hora que decidimos mudar o foco do grupo e sair do regional partindo para o popular/nacional. É maravilhoso chegar em locais completamente diferentes como São Paulo, Acre, Rio, Goiás e Rondônia e ver a galera cantando nossa música como se fosse um hino.

!ObaOba: E, ao longo da carreira, quais foram as maiores dificuldades que vocês enfrentaram?

TG:
Com certeza, o maior obstáculo foi entrar na mídia. Entrar na TV foi pior ainda, pois eles dificilmente dão espaços para quem não tem um nome consolidado ainda. Rio de Janeiro e São Paulo são ainda mais fechados... Isso foi o mais difícil até hoje.

!ObaOba: Quais músicas vocês consideram as mais marcantes para o grupo?

TG:
A que abriu espaço para o Tchê foi "Menininha", pois ela chegou em São Paulo e foi se ramificando. Depois, tem a "É Problema Meu" e "Vamo Fazê Festa", que gravamos com Edson & Hudson.

!ObaOba: A partir de agora, quais são os planos do grupo?

TG:
O maior projeto é gravar mais um disco. Ele deve ser gravado em maio e ser lançado em agosto ou setembro. Nosso objetivo é se consolidar de vez nesse mercado.

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