O sexo e a origem dos fetiches

Porque nenhuma tara maluca nasceu ontem

O sexo é o prazer mais antigo do mundo. Ninguém em sã consiência tem coragem de questionar essa afirmação. Mas nunca foi preciso estar em plena saúde mental para gostar de sexo. Diversos fetiches que você tem ou já praticou apenas para agradar seu(a) parceiro(a) são muito, muito antigos. A internet ajudou a disseminar diversas formas de sexo para os quatro cantos do mundo, mas a civilização já era criativa na hora "H" há milhares de anos. Conheça quatro fetiches bem mais antigos do que você imagina.


Asfixia auto-erótica

Trata-se de se asfixiar durante a masturbação. Os prtaticantes afirmam que reduzir intencionalmente a emissão de oxigênio para o cerebro prolonga e aumenta o prazer. A asfixia auto-erótica é muito arriscada. Inclusive o ator David Carradine, famoso por estrelar o longa Kill Bill, de Quentin Tarantino, é uma celebre vítima do ato. Carradine foi encontrado morto no dia 4 de junho de 2009, em um quarto de hotel em Bangcoc, na Tailândia, nu e com uma corda no pescoço. A prática da asfixia auto-erótica começou no início do sec. XVII como um tratamento para disfunção erétil. A ideia surgiu depois que observadores perceberem que alguns homens enforcados em praça pública tinham ereções depois de mortos. Credo.

Fetiche por pés

Muitos homens e mulheres têm uma tara impressionante por pés. E olhem que, convenhamos, não é a parte do corpo mais atraente das pesssoas. Mas o fetiche não é recente. Muito pelo contrário. Essa história teve início por volta do ano 1200. E adivinhem o que motivou os primeiros adeptos dessa tara sexual maluca: medo de doenças sexualmente transmissíveis. É isso mesmo. Dados históricos mostraram um maior números de apaixonados por pés durante uma grande epidemia de sífilis. Faz sentido. Afinal, até onde eu sei, nossos pés não transmitem esse tipo de doença.

Necrofilia

Muito, muito antes desse onda vampiresca causada pelos filmes da série "Crepúsculo" contagiar garotos e garotas do mundo todo, fazer sexo com cadáveres já fazia parte da rotina de muita gente. Quando digo "muito, muito antes" não estou exagerando. Os primeiros casos de necrofilia aconteceram no Egito antigo, e envolviam adivinhem: as múmias, claro. Os embalsamadores - responsáveis pelo processo de mumificação - sempre tiravam uma "casquinha" das garotas mortas mais bonitas. Segundo o historiador grego Heródoto, que viveu no séc. V, alguns egípcios (os mais espertos) perceberam a malandragem dos embalsamadores e decidiram esperar de três a quatro dias para entregar os corpos aos cafajestes. Com o cheiro do corpo em decomposição fica mais difícil sentir alguma forma de prazer, concordam? Como esses egípcios eram inteligentes!

Zoofilia

É isso mesmo que você está pensando. Fazer sexo com animais. E essa história não começou com filmes pornô em que as atrizes contracenam com cavalos e jumentos, não. A prática da zoofilia é antiga. No Nordeste do Brasil, muitos garotos perdem a virgindade com animais que a família cria: galinha, égua, burro. Vale tudo. Também existem indícios que comprovam o envolvimento sexual de pessoas e animais na Roma antiga. Voltando um pouco mais no tempo, chegamos ao ano 8000 a.C.. A figura acima mostra um desenho encontrado em uma caverna de Val Comonica.

Se precisar de ajuda para realizar seus fetiches eróticos mais íntimos,  acesse o Guia No Motel.
 

Atualizado em 20 Mai 2014.

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