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Por: Redação !Obaoba

 

Há 13 anos, em 1996, a rádio Atlântida, do grupo RBS, comemorava seus 20 anos com um festival que se tornou referência para todo o Brasil. Iniciava-se a era do Planeta Atlântida – com pista de kart indoor, paredões de montanhismo, discoteca, partida de futebol com modelos femininas e uma arena de shows para 60 mil pessoas. Na época, o Mamonas Assassinas estava no auge do sucesso e lotou a noite. Já em seu segundo ano de vida, 1997, o Planeta já foi considerado um dos maiores festivais de música da América Latina. Em 1998, estreiou a versão irmã, em Floripa.
 
E assim foi indo, a edição de 2000 contou com mais de 100 mil pessoas, participação estrangeira do Men At Work e um show histórico de Ivete Sangalo. Em 2003, quem comandou a festa foi o triunvirato Gilberto Gil, Zeca Pagodinho e Herbert Vianna, em um de seus primeiros shows voltando de sua recuperação do acidente do ultraleve que quase tirou sua vida em 2001. Em 2005 e em 2007, o perfil do festival mudou um pouco por conta de duas atrações bombásticas: o DJ holandês Tiesto e o inglês Fat Boy Slim, respectivamente, fecharam o festival com clima de rave.
 
Chegamos a 2009, e o festival não diminui o ritmo nem um pouco. Para sua versão em Floripa, no Parque Planeta, que acontece nos dias 16 e 17 de janeiro, Marcelo D2, O Rappa, Mallu Magalhães, entre outros artistas comandam o espetáculo. Entre os dias 6 e 7 de fevereiro, na versão realizada em Atlântida, além destes, Ivete Sangalo, DJ Astrix e Jota Quest, só para citar três atrações, agitam o público. Ambos os festivais também contam com a pista e-Planet, onde alguns dos principais DJs do país se apresentam. Há também uma versão reduzida da Ilha dos Cascaes. Tem para todos os gostos: rock, hip hop, sertanejo, axé, eletrônico.
 
            Um dos aspectos que ficaram mais marcantes ao longo desses anos todos, além dos espetáculos, foi a interação do público com os artistas no palco. Fernanda Abreu, em 1998, que, na época, havia feito o melhor show de sua vida. “Fazemos o melhor que podemos para sermos úteis, tanto à música quanto às pessoas. Quando estamos diante de uma multidão, sabemos que cada pessoa ali pagou um ingresso para nos assistir, se deslocou de casa ou do trabalho e veio em busca de emoção. Não há uma multidão e, sim, milhares de cada um”, comenta Leo, da banda Victor & Leo, captando o espírito que toma conta do Planeta Atlântida.

 

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