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Sakina M'Sa

Por: Daniela Houck e Shirley Duarte*

 

A frase acima ganhou status na voz da cantora brasileira Maysa, com a tradução de Jacques Brel. Ao pé da letra, me ne quitte pas significa não desista de mim, em um tom apaixonado. Essa era a sensação de muitas pessoas ontem, depois de ver a palestra da estilista francesa Sakina M´Sa. “Não tenho palavras para descrever!Estou muito feliz e quero curtir muito o momento”, dizia, radiante, a estudante Sueli dos Santos, do projeto Ofício de Moda, que participou da modelagem, com duas peças.
 
Em tempo, para os leigos, modelagem é a ligação de uma peça de roupa à outra, formando uma nova peça. Junto com a personalidade de quem a usar, vai criar um novo conceito de estilo. Essa definição é da própria Sakina e sua Couture Sociologique, fundindo moda com consciência social.
 
Nascida nas Ilhas Comores, no Caribe, atualmente ela vive em Paris e veio à São Paulo Fashion Week como convidada especial da Anhembi Morumbi e foi uma das principais atrações, com um coquetel promovido para ela no lounge da faculdade. Em meio a inúmeras entrevistas e flashes, ela parou para conversar com o !ObaOba.
 
Sakina (agachada, no meio) em meio à equipe do Ofício da Moda
 
 
!ObaOba: Como você acha que as roupas podem nos revelar a história do mundo?
Sakina: A moda pode mudar o mundo porque ela não é apenas glamour e beleza. Ela tem sociedade e trabalho humanitário.
 
Você poderia definir costura sociológica em três palavras?
Hum... Poesia, generosidade e modernidade.
 
Você já desenvolveu algum trabalho aqui no Brasil?
Eu desenvolvo meu trabalho na África e na França. Esta é a terceira vez que estou no Brasil, mas no SPFW é a primeira vez.

>> Veja a cobertura do segundo dia do SPFW

>> Leia a entrevista com Luís Depeche

*Daniela Houck e Shirley Duarte são estudantes de jornalismo da Anhembi e colaboradoras especiais do !ObaOba no São Paulo Fashion Week

 

Sakina entre nossas repórteres, Daniela e Shirley
 
 
 
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