Clube Flamingo: o bar intimista e retrô da Augusta que você tem que conhecer

Fomos ver qual é a do Clube Flamingo, um barzinho intimista e retrô, escondido na Augusta.

Domingo à noite. Enquanto muita gente se recupera da ressaca do fim de semana, outros tantos se preparam pra começar mais uma. Uma boa parcela já estava debaixo do cobertor, quando saí de casa para ver qual é a do bar Clube Flamingo.

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Uma portinha e uma escada. Foi assim que começou a noite, na Rua Antônio Carlos, esquina com a Augusta. Sem placa, indicação, número ou sinal, o Flamingo é uma pequena unidade viva, escondida por entre os botecos, american bars e baladas.

Um predinho baixo, de três andares, é onde tudo acontece. Subindo a escada, dei de cara com o primeiro andar: mesinhas, cara de lanchonete hypada com ar retrô, quadros icônicos, irônicos e iluminação gostosa. Lá conheço Francine Moreira, a Fran, meio faz tudo, que me explica um pouco do que rola pelo bar, existente há aproximadamente 4 anos, e veio inspirado em outro bar, homônimo, em Londres.

Sou deixada aos cuidados de Wado, o bartender da casa, que já me golpeia com um Apple Martini, uma das especialidades dele. Subimos para o segundo andar, lotado por conta de um aniversário. Os ambientes pequenos e intimistas lembram uma casa, como se você tivesse entrando na sala de visitas de alguém. A decoração é uma graça, com uma saleta com parede de vidro, que dá direito à vista privilegiada da sacada, toda feita de madeira, quase como um deck.

No som, uma mistura de indie com eletrônico e lounge, comandado por um dos garçons. Wado me explica que, em dia de festa (algumas festas fechadas rolam no bar durante a semana e fim de semana), DJs comandam a música. Quando não há festa, a galera da casa e a gerente colocam o que vem à cabeça. Me instalam na frente de um notebook e eu mesma coloco um som, enquanto Wado termina de me mostrar o cardápio.

 

Antes de descer, e acompanhar de perto o preparo do bolinho de arroz da casa, com o chef Carlos Eduardo, subo no terceiro e último andar do bar, uma laje decorada com lanterninhas penduradas em formato de flamingo, mesinhas, área coberta para quem quiser se aconchegar em algum dos colchões nos extensos bancos, e uma vista curiosa, baixinha, para os prediões ao redor. É o favorito da galera.

Wado, que não deixa nenhum copo esvaziar, nunca; já me serve um Tom Collins (gim com cereja marrasquino) enquanto conta um pouco sobre o público do bar. Dos moderninhos aos hipsters e alternativos-fashionistas-despretenciosos, gays e lésbicas, o bar é um bem bolado de gente bonita e papo animado.

Mais de 50 rótulos de cerveja também integram o cardápio, além de opções para amigos, como a jarra de Mojito ou de Sangria (por R$60 e R$58, respectivamente). Os drinks variam, de R$18 (dose de tequila) a R$30 (Dry Martini, Manhatan e outros mais elaborados), e R$ 8 a long neck; mas quem manda mesmo é Wado, que vai dando dicas para todos os clientes.

Chego na cozinha com ela quase fechando, afinal são 23h, e, aos domingos, a casa fecha à meia noite. Carlos Eduardo começa o preparo dos pratos: bolinho de arroz da casa (com gorgonzola), 3 mini hambúrgeres (infelizmente o vegetariano tinha acabado) e a batata frita da casa (com cheddar e bacon frito na hora). Mas o favorito dele é o Hot Dog Francês, feito com molho bechamel e com parmesão gratinado.

O cardápio tem outras delícias de deixar qualquer um babando, como Chicken Wings (R$26), saladas (entre R$6 e R$18) hot dogs chilli e de alvinha, além de sombremesas como bolo de cenoura (R$10), brownie (R$18) com calda e sorvete (R$2).

Mal tinha começado e Wado me serve o terceiro, e último drink computado da festa, o Aperol Spritz (outro favorito). Já estou sentada lá fora, na sacada, fumando um cigarro e conversando com a galera do aniversário que já virou amiga, enquanto curto a decoração retrô do espaço. No Flamingo é assim, todo mundo junto, virando amigo.

O bar vai encerrando, enquanto vou dando bicadinhas de outros drinks, o staff vai se esticando e começando a se arrumar. Na hora de ir, Wado me intima: vem na quinta, que rola uma festa só de garotas, a Raquel (Bottas, dona), vai estar aqui e vocês vão se adorar. E divide comigo um último drink, o Strawberry Daiquiri (que não tem no cardápio, mas é indicação do bartender e tá super aprovado, pode pedir, viu?!).

Encerra o expediente e peço pro staff: vamos fazer uma foto? 

O que? Clube Flamingo
Onde? Rua Antônio Carlos, 395
O que rola? Bebidinhas, comidinhas e música boa.
Que horas? De quinta à sabado, das 20h às 2h. Domingos, terças e quartas, das 20h à meia noite. Segundas: fechado.
Quantas pessoas? Até 60. 

Atualizado em 25 Mar 2014.

Por Julia Bueno
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