Capital Inicial e Nação Zumbi em BH

Dois shows interessantes agitam o cenário musical de Belo Horizonte. Estamos falando da apresentação do grupo Capital Inicial na Arena Telemig Celular e Nação Zumbi, no Lapa Multishow. Mais detalhes sobre as apresentações e curiosidades sobre as bandas nos próximos parágrafos.

O show do Nação Zumbi, (27/06) acontece no Lapa Multishow (27/06), espaço dedicado aos sons nacionais, onde rola muita música raiz, ou entroncamentos dela. O Nação Zumbi, que está por trás do movimento mangue beat, teve como precursor o falecido Chico Sciense. A erupção desse estilo musical em Pernambuco alavancou a cultura da região, revigorando as tradições locais.

O movimento é uma mistura ritmos de Pernambuco desde o Coco, Maracatu, Caboclinho ao Hip Hop e música pop, revolucionando toda uma geração. O mangue beat ultrapassa a conotação musical e ganha espaço na posteridade como uma filosofia, uma utopia que estimula o engajamento à luta pela preservação ambiental, contra a miséria e a favor da vida e esperança. Mesmo sem o mentor do movimento o grupo dá continuidade ao seu trabalho e luta para que Recife não afunde novamente na lama.

Já a exibição do Capital irá rolar no sábado, (28/06), e marca o sucesso do espaço Arena Telemig celular, que foi inaugurado em 2002 e desde então já apresentou mais de dez shows e atraiu um público de estimado em mais de 30 mil pessoas. O lugar tem uma faceta, por ser uma arena no final da noite transforma-se em uma mega boate com direito a DJ’s comandando as pick up’s para a galera ferver na pista.

Para quem gosta do som desses brasilienses, que começaram sua carreira ao mesmo tempo que seu conterrâneo Renato Russo, esse show é um prato cheio. Bons tempos aqueles em que Brasília era um berçário de talentos musicais. Porém, Dinho Ouro Preto só veio a ser integrante da banda um ano depois de seu surgimento, em 1983. O primeiro hit do grupo foi “Música Urbana”, que estourou nas rádios após tornar-se parte da trilha sonora de uma novela.

Em 1991 participaram do Rock in Rio II e tinham acabado de lançar o disco “Eletricidade” carregado de hits como “O Passageiro”, Kamikaze, Todas as Noites, Chuva e outros. Nos dois anos posteriores a banda se desintegrou com a saída de Dinho Ouro Preto e do tecladista Bozzo Barrete. Após esses duros golpes o grupo entrou em franca decadência e a carreira solo de Dinho também não decolou.

Mas, em 1998 decidiram reatar a formação original da banda, dessa vez sem o tecladista e em 2000 veio a proposta de gravar um acústico. No começo ficaram receosos com a idéia, mesmo assim começaram esse trabalho. O resultado do acústico, não preciso nem dizer: sucesso absoluto. O Capital retorna ao cenário musical mais maduro.

Aproveitem as dicas!

Atualizado em 19 Mai 2014.

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