O jazz invade Ouro Preto

Estrelas nacionais e internacionais do jazz desembarcam em Ouro Preto para o Festival Internacional de Ouro Preto - Tudo É Jazz. O evento trará para o Brasil nomes de destaque da cena contemporânea do gênero.

As apresentações acontecem nos dias 4, 5 e 6 de setembro num palco montado no Parque Metalúrgico, espaço que fica Centro de Convenções da Universidade Federal de Ouro Preto. Além de representantes das correntes mais tradicionais do estilo, o festival também vai trazer representantes das novas tendências do jazz.

A principal atração do evento será o pianista cubano Gonzalo Rubalcaba (foto), um dos maiores nomes de seu instrumento na atualidade. Ele, que já esteve no Brasil outras vezes e que inclusive já tocou na Praça da Paz, no Parque do Ibirapuera, traz na bagagem seu virtuoso cool jazz, muito bem temperado pelo toque especial da música cubana. Apesar de sua formação erudita, Gonzalo transita com naturalidade pelos domínios da bossa nova e dos ritmos caribenhos.

Gonzalo se apresenta no dia 4 de setembro, assim como o pianista mineiro Túlio Mourão que toca junto com o saxofonista Nivaldo Ornelas, e a cantora Luciana Souza, mais uma representante da música brasileira que se mudou para os EUA.

No dia 5 de setembro é a vez do baixista argentino Pedro Aznar mostrar sua música cheia de influências latino-americanas. Ele também não esconde os traços da influência do baixista Jaco Pastorius, considerado o Jimmi Hendrix do baixo elétrico. A cantora mineira Alda Rezende, o pianista Jonathan Crayford, um dos principais jazzistas da Nova Zelândia, e a parceria entre Wagner Tiso e Victor Biglione também estarão na segunda noite do festival.

Na noite de encerramento se apresentam a violonista norte americana Kaki King, o grupo The Bad Plus, um power trio de jazz que mostra seu virtuosismo pós-moderno. Fecha o evento o cantor e guitarrista John Pizzarelli, que já tocou várias vezes no Brasil. Ele mostra sua abordagem a la Nat King Cole de músicas cheias da sofisticação e da leveza dos tempos dos grandes cantores do jazz.

Além dos shows, o público ainda encontrará uma boa infra-estrutura no festival. Um espaço para apresentações mais intimistas, restaurantes, bares e até uma feira de CDs estarão à disposição dos freqüentadores desse evento que já está em sua segunda edição e que pretende firma-se com um dos principais do gênero no país.

A complexidade arquitetônica barroca de Ouro Preto tem tudo a ver com a essência estrutural do jazz, que, com certeza vai se sentir em casa nesse que é um dos maiores patrimônios históricos do país.

Atualizado em 19 Mai 2014.

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