Psiquiatras usam filmes para entender jovens

Personagens são tema de estudo em universidades.

Quando personagens se tornam próximos podemos reconhecer seus erros e acertos. Fica fácil de ver exatamente em qual momento o herói perdeu a mocinha e quando o bandido perdeu a cabeça. É mais fácil analisar o comportamento quando estamos de fora, olhando toda a cena e esperando certo comportamento.

Pensando nisso, um grupo de psiquiatras da Universidade de Medicina da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, passou algum tempo estudando e lendo os sintomas de dois jovens enamorados: uma garota disposta a se sacrificar para entrar em um relacionamento perigoso e um rapaz que é um vampiro com mais de 100 anos, mas que age como um jovem de 17.
 
Pois é, personagens do cinema estão virando tema de debate entre psiquiatras e psicólogos. Tudo porque as personalidades e as crises descritas nas telas geralmente têm a ver com problemas atuais, ou você acha que a série Crepúsculo teria tantos seguidores se as pessoas não se enxergassem no papel de Bella ou Edward (vampirismos à parte).

Harry Potter
é outra série pesquisada, afinal de contas, a luta que a personagem principal trava, as batalhas entre o bem e o mal, toda a história de um jovem se descobrindo com novos poderes, o fato de ele ter perdido os pais e a preocupação dos jovens bruxos que não sabem usar a varinha da maneira certa (é, “varinha”).
 
Sigmund Freud foi responsável por mostrar (e denominar) o complexo de Édipo, que recebeu este nome por causa de uma figura de um conto de Sófocles. Ele também era fã de Shakespeare e de Dostoievski.
Não é novidade, mas atualmente cada vez mais personagens do cinema e da TV são tema de debates e discussões. O seriado Sopranos, Hannibal Lecter (de Silêncio dos Inocentes) e Precious (do filme de mesmo nome, ganhador de dois Oscars) são outras figuras analisadas constantemente por pesquisadores, professores e alunos.
 
Desenhos animados e personagens dos quadrinhos também são usados como exemplo de patologias na área. Afinal de contas, ninguém precisa mais de um psiquiatra do que o Batman, um homem rico e solteiro, que presenciou a morte dos pais, se veste de morcego e sai à caça de bandidos durante à noite. Terapia pra ele.
 
Filmes e seriados também estão cheios de exemplos de profissionais que trabalham como psiquiatras ou psicólogos e eles também são usados como exemplo, nem que seja para mostrar o que não fazer. 

Atualizado em 20 Mai 2014.

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